quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Crazy

I remember when
I remember, I remember when I lost my mind
There was something so pleasant about that place
Even your emotions have an echo in so much space

And when you're out there, without care
Yeah I was out of touch
But it wasn't because I didn't know enough
I just knew too much

Does that make me crazy?
Does that make me crazy?
Does that make me crazy?
Possibly

And now that you are having the time of your life
Well think twice
That's my only advice

Come on now, who do you
Who do you, who do you
Who do you think you are?
Ha ha ha, bless your soul
You really think you're in control?
Well

I think you're crazy
I think you're crazy
I think you're crazy
Just like me

My heroes had the heart
To lose their lives out on a limb
And all I remember, is thinking
I wanna be like them
Mm hmm ever since I was little
Ever since I was little it looked like fun
And it's no coincidence I've come
And I can die when I'm done

Maybe I'm crazy
Maybe you're crazy
Maybe we're crazy
Probably ooh hmm




As interpretações dos ouvintes aqui dentro do link:
https://songmeanings.com/songs/view/3530822107858579738/

Skeletal Famine



"Skeletal Famine"
lápis de grafite, caneta preta e tinta acrílica sobre papel
45,5cm por 37cm (com moldura)
2015
ZMB

Do mesmo caderno que contém o 'Kalashnikov Flute' 
apresento-vos este trabalho terminado há poucos dias.
Este foi começado em 2002, eu estava a ler um livro 
sobre a história e mitos da alquimia e tive uma imagem mental
muito vívida que resolvi ilustrar com um desenho 
-- rascunho para um futuro quadro em tela ---
o mito que estava a ler.
Não me recordo agora com exactidão e 
teria que passar uma semana a reler o livro para encontrar o pormenor,
mas pensemos nesta narrativa:
"No dia em que o sol e a lua se unir lado-a-lado no céu
e quando a um homem (Sísifo talvez) é-lhe eternamente devorado o fígado por um abutre
ou um doente é operado por um médico usando a máscara da peste,
aparecerá um herói ou alquimista ou Sísifo (ele-próprio) que
conseguirá quebrar a maldição do eterno retorno 
simbolizado pelo fígado
eternamente regenerado eternamente consumido.
A revolução em suma."

O título deste trabalho é retirado duma frase de Peter J. Carroll:

"Contrast cordon bleu gluttony and skeletal famine"

Adenda 13 de Setembro 2015:
sempre confundi o mito de Sísifo com o de Prometeu
mas é a Prometeu que é comido o fígado:

(fotografia de época)


Kalashnikov Flute


'Kalashnikov flute'
lápis de grafite, caneta preta e pastel de óleo sobre papel
37cm por 45,5cm (com moldura)
2013
ZMB

Este trabalho está num caderno comprado em 1998 na Irlanda.
Não sei recordar ao certo em que período comecei este desenho em particular.
Sei que em 2013 o terminei quando comecei a expôr na rua.


(fotografia de época)



Desenhei-a sentada num banco


'Desenhei-a sentada num banco'
Pastel de óleo e caneta sobre papel
42cm por 37cm (com moldura)
2013
ZMB

Este ano de 2018 substituí a moldura e dei-lhe uma margem de cartão.

(fotografia de época)


'
Em aflição de hipertexto e cliques na open word online, se eu te quiser ven­der este poema como meio de tu mesmo me justificares e o leres como uma súplica de carinho, orgasmo e intoxicação… e se tu aceitares esse valor com confiança… eu serei hoje salvo e nuit aujourd’hui insónia nenhuma assassi­nará o meu id e o sono será refrescante, não haverá sonhos em que a súcuba me trinchará o sexo nem verei meu rebento filho dormindo sobre seu avô, três gerações de mortos, adoradores de kali, yantras for you I will deliver in a minute sleep mais tarde credo, em noites de facas longas tendo-te como sócia, beijo?
'

página 99
"Contos de fadas de Manuelle Biezon"
Claudio Mur
https://archive.org/details/zmb_mur_FairyTalesByManuelleBiezon